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June 2016

 

AWARDS

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McEwen Award for Innovation

The McEwen Award for Innovation, supported by the McEwen Centre for Regenerative Medicine in Toronto, Ontario Canada, recognizes original thinking and transformative, ground-breaking research pertaining to stem cells or regenerative medicine that opens new avenues of exploration towards the understanding or treatment of human disease or affliction.

 

 

Medalhas de Honra L’Oréal Portugal para as Mulheres na Ciência 2016

As Medalhas de Honra L’Oréal Portugal para as Mulheres na Ciência destinam-se à realização de estudos avançados de investigação científica, a nível de pós-doutoramento, em universidades ou outras instituições portuguesas de reconhecido mérito, no domínio das Ciências da Saúde e das Ciências do Ambiente.

Podem candidatar-se todas as doutoradas que tenham obtido o grau de doutoramento há menos de 5 anos até à data de abertura do concurso e que não tenham completado, até essa mesma data, mais de 35 anos de idade.

O valor unitário das Medalhas de Honra é de 15 000 € (quinze mil Euros), atribuído numa prestação única.

As candidaturas contendo propostas originais de investigação científica, devem ser apresentadas no período compreendido entre 20 de junho de 2016 e as 17 horas de 20 de setembro de 2016.

Mais informação aqui.

 

OTHER NEWS

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European Medicines Agency releases revised guidance on advanced-therapy classification for public consultation

The European Medicines Agency’s Committee for Advanced Therapies (CAT) has revised a reflection paper on the classification of advanced-therapy medicinal products (ATMPs) to reflect the current thinking of the committee on how ATMPs should be classified.

The Agency has released the paper today for public consultation. Comments should be sent to advancedtherapies@ema.europa.eu by 31 October 2014.

Based on examples, the revised paper clarifies the cases in which medicines can be classified as ATMPs and those in which they cannot. It also discusses some borderline cases and areas where scientific knowledge is limited or evolving rapidly.

The paper clarifies in particular:

1-what constitutes a substantial manipulation of cells or tissues;

2- what is considered as a non-homologous use of cells or tissues (or use for a different essential function);

3- when medicines based on recombinant viral vectors are considered as vaccines against infectious disease and not as gene-therapy medicinal products;

4- the criteria for classification as combined ATMPs, i.e. products that incorporate an active substance and one or more medical devices.

ATMPs are medicines that are made from tissues, genes or cells and may offer groundbreaking new treatment opportunities for many diseases and injuries. So far, the CAT has issued over 100 recommendations for the classification of innovative medicines as ATMPs.

ATMP classification, which is non-mandatory and free of charge, gives access to incentives specific for ATMPs, such as fee reduction for scientific advice, and services offered by the Agency, such as the certification of quality and non-clinical data of ATMPs. The classification also helps sponsors to identify the applicable regulatory framework for their medicine and the development path and the scientific or regulatory guidance to be followed.

ATMP classification, along with other pre-authorisation services offered by the Agency such as Innovation Task Force briefing meetings, often constitutes the first contact between the Agency and ATMP developers. It is often used as a first step to initiate a tailored dialogue on product development plan with the Agency.

 

capa BD

COMPETE apoia projeto focado na divulgação da investigação de células estaminais

Este é um projeto de divulgação científica que, através dos meios de comunicação social, transmitiu conhecimento científico e esclareceu a opinião pública sobre um tema onde tem ocorrido grandes avanços científicos e tecnológicos.

O tema escolhido para este projeto é bastante importante na atualidade e exige uma divulgação científica séria e de qualidade. O potencial das células estaminais em termos de investigação básica e medicina regenerativa é muito atrativo e aparentemente fácil de explicar. No entanto, essa simplicidade é ilusória pois existem vários tipos de células estaminais com diferentes potencialidades, características e aplicações que estão muitas vezes distantes do que se ouve e lê na comunicação social.

Desta forma, o projeto “Quero mais e melhores células!”, financiado pelo COMPETE, e desenvolvido por investigadores do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra resultou na produção de materiais de divulgação de ciência na área das células estaminais com o objetivo principal de contribuir para uma população mais informada.

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